Como posso me tornar um doador de órgãos?

O principal passo para você se tornar um doador é conversar com sua família e deixar claro o seu desejo. Não é necessário deixar nada por escrito. Porém, seus familiares devem se comprometer a autorizar a doação por escrito após a sua morte. A doação de órgãos é um ato pelo qual você manifesta a vontade de que, a partir do momento da constatação da morte encefálica, uma ou mais partes do seu corpo (órgãos ou tecidos), em condições de serem aproveitadas para transplante, possam ajudar outras pessoas.

O que é morte encefálica?

É a morte do cérebro, incluindo o tronco cerebral que desempenha funções vitais como o controle da respiração. Quando isso ocorre, a parada cardíaca é inevitável. Embora ainda haja batimentos cardíacos, a pessoa com morte cerebral não pode respirar sem os aparelhos e o coração não baterá por mais que algumas poucas horas. Por isso, a morte encefálica já caracteriza a morte do indivíduo. Todo o processo pode ser acompanhado por um médico de confiança da família do doador. É fundamental que os órgãos sejam aproveitados para a doação enquanto ainda há circulação sanguínea irrigando-os, ou seja, antes que o coração deixe de bater e os aparelhos não possam mais manter a respiração do paciente. Mas se o coração parar, só poderão ser doadas as córneas.

Quais os requisitos para um falecido ser considerado doador?

  • Ter identificação e registro hospitalar;
  • Ter a causa do coma estabelecida e conhecida;
  • Não apresentar hipotermia, hipotensão arterial ou estar sob efeitos de drogas depressoras do sistema nervoso central;
  • Passar por dois exames clínicos que avaliem o estado do tronco cerebral. Os exames devem ser realizados por dois médicos não participantes das equipes de captação e de transplante;
  • Ser submetido a exame complementar que demonstre morte encefálica, caracterizada pela ausência de fluxo sangüíneo em quantidade necessária no cérebro, além de inatividade elétrica e metabólica cerebral;
  • Estar comprovada a morte encefálica. Situação bem diferente do coma, quando as células do cérebro estão vivas, respirando e se alimentando, mesmo que com dificuldade ou um pouco debilitadas.
  • Após diagnosticada a morte encefálica, o médico do paciente, da unidade de terapia intensiva ou da equipe de captação de órgãos, deve informar, de forma clara e objetiva, que a pessoa está morta e que, nesta situação, os órgãos podem ser doados para transplantes.

Quero ser um doador de órgãos. O que posso doar?

  • Córneas (retiradas do doador até seis horas depois da parada cardíaca e mantidas fora do corpo por até catorze dias);
  • Coração (retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo seis horas);
  • Pulmões (retirados do doador antes da parada cardíaca e mantidos fora do corpo por no máximo seis horas);
  • Rins (retirados do doador até 30 minutos após a parada cardíaca e mantidos fora do corpo até 48 horas);
  • Fígado (retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo 24 horas);
  • Pâncreas (retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo 24 horas);
  • Ossos (retirados do doador até seis horas depois da parada cardíaca e mantidos fora do corpo por até cinco anos);
  • Medula óssea (se compatível, feita por meio de aspiração óssea ou coleta de sangue);
  • Pele;
  • Valvas Cardíacas.

Quem recebe os órgãos e/ou tecidos doados?

Quando o potencial doador efetivo é reconhecido, a Central Estadual de Transplantes é comunicada, pois apenas ela tem acesso aos cadastros técnicos com informações de quem está esperando um órgão. A escolha do receptor será definida de acordo com a ordem da lista de espera que leva em consideração a compatibilidade entre o doador e o receptor, o tempo de espera e a urgência.

Disseram-me que o corpo do doador, depois da retirada dos órgãos, fica deformado. Isso é verdade?

É mentira. Não dá para perceber a diferença. Aparentemente, o corpo fica igualzinho. Aliás, a lei é clara quanto a isso. Os hospitais autorizados a retirar os órgãos têm que recuperar a mesma aparência que o doador tinha antes da retirada. Para quem doa não faz diferença, mas para quem recebe sim!

Posso doar meus órgãos em vida?

Sim. Também existe a doação de órgãos ainda vivo. O médico poderá avaliar a história clínica da pessoa e as doenças anteriores. A compatibilidade sangüínea é primordial em todos os casos. Há também testes especiais para selecionar o doador que apresenta maior chance de sucesso. Os doadores vivos são aqueles que doam um órgão duplo como o rim, uma parte do fígado, pâncreas ou pulmão, ou um tecido como a medula óssea, para que se possa ser transplantado em alguém de sua família ou amigo. Este tipo de doação só acontece se não representar nenhum problema de saúde para a pessoa que doa.

Para doar órgãos em vida é necessário:

  • Ser um cidadão juridicamente capaz;
  • Estar em condições de doar o órgão ou tecido sem comprometer a saúde e aptidões vitais;
  • Apresentar condições adequadas de saúde, avaliadas por um médico que afaste a possibilidade de existir doenças que comprometam a saúde durante e após a doação;
  • Querer doar um órgão ou tecido que seja duplo, como o rim, e não impeça o organismo do doador de continuar funcionando;
  • Ter um receptor com indicação terapêutica indispensável de transplante;
  • Ser parente de até quarto grau ou cônjuge. No caso de não parentes, a doação só poderá ser feita com autorização judicial.

Órgãos e tecidos que podem ser doados em vida

  • Rim;
  • Medula óssea (se compatível, feita por meio de aspiração óssea ou coleta de sangue);
  • Fígado (apenas parte dele, em torno de 70%);
  • Pulmão (apenas parte dele, em situações excepcionais).

O que diz a lei brasileira de transplante atualmente?

A lei que dispõe sobre a remoção de órgãos, tecidos e partes do corpo humano para fins de transplante é a Lei nº 9.434, de 04 de fevereiro de 1997, posteriormente alterada pela Lei nº 10.211, de 23 de março de 2001, que substituiu a doação presumida pelo consentimento informado do desejo de doar. Segundo a nova lei, as manifestações de vontade à doação de tecidos, órgãos e partes do corpo humano, após a morte, que constavam na carteira de identidade civil e na carteira nacional de habilitação, perderam sua validade a partir do dia 22 de dezembro de 2000. Isto significa que, hoje, a retirada de órgãos e tecidos de pessoas falecidas para a realização de transplante depende da autorização da família. Assim, é muito importante que uma pessoa que deseja, após a sua morte, ser uma doadora de órgãos e tecidos, comunique o seu desejo à sua família para que ela autorize a doação no momento oportuno.

Como pode ser identificado um doador de órgãos?

As centrais estaduais também têm um papel importante no processo de identificação e doação de órgãos. As atribuições da Central Estadual de Transplantes (CET) são, em linhas gerais, a inscrição e classificação de potenciais receptores; o recebimento de notificações de morte encefálica, o encaminhamento e providências quanto ao transporte dos órgãos e tecidos; notificação à Central Nacional de Transplantes (CNT) dos órgãos não aproveitados no estado para o redirecionamento para outros estados, dentre outras. Cabe ao coordenador estadual determinar o encaminhamento e providenciar o transporte do receptor ideal, respeitando os critérios de classificação, exclusão e urgência de cada tipo de órgão que determinam a posição na lista de espera. O que é realizado com o auxílio de um sistema informatizado para o ranking dos receptores mais compatíveis.

A identificação de potenciais doadores é feita, principalmente, nos hospitais em que estão internados, por meio das comissões intra-hospitalares de transplante, nas unidades de tratamento intensivo (UTI's) e emergências em pacientes com o diagnóstico de morte encefálica. As funções da coordenação intra-hospitalar baseiam-se em organizar, no âmbito do hospital, o processo de captação de órgãos, articular-se com as equipes médicas do hospital, especialmente as das unidades de tratamento intensivo e dos serviços de urgência e emergência, no sentido de identificar os potenciais doadores e estimular seu adequado suporte para fins de doação, e articular-se com a respectiva Central Estadual de Transplantes (CET), cuja coordenação possibilite o adequado fluxo de informações.

(Fonte: MG Transplantes)

Conheça as organizações de procura de órgãos (OPO's) do estado de Minas Gerais

Metropolitana de Belo Horizonte

Av. Professor Alfredo Balena, 400, 1º andar, Bairro Santa Efigênia, BH/MG, CEP 30130-100
Telefone: (31) 3219-9212
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Vale do Aço/Ipatinga

Rua Jacarandá, 658, Bairro Horto, Ipatinga/MG, CEP 35160-304
Telefone: (31) 3824-5411

E-mail: mEste endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Leste/Governador Valadares

Rua Teófilo Otoni, 361, Bairro Centro, Governador Valadares, CEP 35020-600
Telefone: (33) 3271-1909
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Dra. Isabelle de Carvalho Maia Ventura
Zona da Mata/Juiz de Fora

Av. Barão do Rio Branco, 3.535, Bairro Passos, Juiz de Fora/MG, CEP 36021-630
Telefone: (32) 3229-2392
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Dr. José Renato de Melo
Sul/Pouso Alegre

R. Comendador José Garcia, 777, Bairro Centro, Pouso Alegre/MG, CEP 37550-000 
Telefone: (35) 3422-0334
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Oeste/Uberlândia

Rua Felisberto Carrejo, 124, Bairro Tabajaras, Uberlândia/MG, CEP 38400-204
Telefone: (34) 2102-4501 e 2102-4503
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Dra. Lorena Rabello Petrini Carvalho
Norte/Montes Claros

R.Urbino Viana, 640, Bairro Centro, Montes Claros, CEP 39400-087
Telefone: (38) 3218-7887 e 3218-7889
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Importância da amamentação

A amamentação é o melhor começo de vida para o bebê, pois fortalece o vínculo afetivo com a mãe e proporciona inúmeros benefícios, como redução em 13% da mortalidade até os cinco anos; diminuição de diarreia, infecções respiratórias, alergias, diabetes, colesterol alto e hipertensão; além de possibilitar melhor nutrição, reduzindo as chances de obesidade. 

O bebê deverá se alimentar exclusivamente com leite materno até o sexto mês de vida. Após esse período, deve-se iniciar a introdução de outros alimentos, de acordo com as orientações pediátricas.

 

Você sabia que o Banco de Leite Humano oferece o curso Casal Grávido?

O curso é gratuito e pode ser agendado pelos telefones (31) 3298-6008 ou (31) 3237-5678.

 

Cuidados com a mama durante a gravidez

Durante a gestação, as mamas passam por mudanças. São exemplos dessas transformações:

- Aumento de tamanho;

- Maior sensibilidade;

- Escurecimento do mamilo e aréola;

- Mamilos mais salientes;

- Veias da mama mais evidentes.

 

Importante:

Não utilize cremes e pomadas, seringas para protrair (tirar para fora) o mamilo, limão ou qualquer outro alimento para fortalecê-lo. A mama já produz secreções sebáceas que mantêm a aréola e o mamilo lubrificado e protegido;

Utilize sutiã confortável, sem aro e bojo, com alças largas, para sustentar toda a mama;

Não massageie ou esfregue os mamilos com toalhas ou buchas.

Lembre-se: todos os tipos de mamilos são possíveis de amamentar.         

Caso tenha dificuldades, procure o Banco de Leite!

 

Na maternidade

Os profissionais estão preparados para apoiar e ajudar nas necessidades com a amamentação.

A amamentação na primeira hora de vida é fundamental para fortalecer o vínculo entre mãe e filho, além de favorecer o sucesso no aleitamento materno.

Ao nascer, o bebê fica um período em estado de alerta, sendo o momento ideal para estimular o contato com o seio de sua mãe. É importante solicitar à equipe que está acompanhando o parto que coloque o bebê junto à mama logo após o nascimento, para favorecer um bom início da amamentação.

Além disso, o aleitamento materno logo após o parto contribui para o útero voltar ao tamanho normal mais rapidamente, diminuindo o risco de hemorragia pós-parto. 

Os demais cuidados com o bebê, como pesar e medir, podem ser feitos mais tarde.

 

Na primeira semana em casa

Nos primeiros dias, a descida do leite se dá em pequenos volumes, mas que são suficientes para suprir a necessidade do bebê. É um leite mais viscoso, amarelo, denominado colostro. Ele é muito importante, pois é como se fosse a primeira vacina do  bebê e ajudará em sua imunidade.

É fundamental que a mãe fique atenta aos sinais de hidratação de seu bebê, como:

- Várias fraldas ao dia com xixi, de coloração clara e sem cheiro forte;

- Boca bem hidratada e com presença de saliva.

- Esses são indicativos que a criança está bem e de que a  amamentação está dando certo.

- Entre o terceiro e quarto dia após o parto, é comum que as mamas fiquem maiores, doloridas  e quentes. Isso se chama apojadura. Este acontecimento é fisiológico e representa o preparo da mama para a produção de um volume maior de leite.

- A livre demanda, sem horários rígidos para amamentar, irá favorecer uma maior produção de leite, pois é a sucção do bebê que aumenta o volume de leite produzido.

- Para que tudo corra bem, é necessário que a mãe receba apoio da família nos cuidados com o bebê e com a casa, para que ela possa dormir, descansar e se alimentar adequadamente.

 

Como colocar o bebê para mamar

Encontre uma posição confortável. Com o bebê no colo, posicione-o o mais próximo ao seu corpo, em contato pele a pele (barriga com barriga). Para uma pega adequada, o bebê deverá abocanhar o máximo que conseguir da região da aréola (a parte mais escura da mama). Ele ficará com a boca aberta, como a de um peixinho.

Caso observe que a mama está muito cheia e endurecida, massageie com uma leve compressão em movimentos circulares e retire o excesso de leite para que a região da aréola fique mais macia e facilite a pega do bebê.

 

Em caso de excedente de leite, procure o Banco de Leite Humano da Maternidade Odete Valadares e se torne uma doadora. Os prematuros agradecem sua doação!

 

Doação de leite humano

Muitos bebês nascem prematuramente e ficam retidos nas unidades neonatais por um longo  período. Geralmente, devido ao estado emocional abalado pela prematuridade do filho e a ausência de estímulo pela sucção do bebê, as mães de prematuros têm sua produção de leite diminuída. Por isso é tão importante o trabalho dos bancos de leite, que distribuem o alimento aos recém-nascidos internados.

 

Quem pode doar

Toda mulher que:

- Estiver saudável;

- Não estiver utilizando medicamento que contraindique a doação de leite humano;

- Não fume, não consuma bebida alcoólica e não utilize drogas;

- Apresente os exames atualizados: VDRL, HIV, HbsAg, Hemograma e demais sorologias, a critério médico do Banco de Leite Humano.

 

CLIQUE AQUI para mais informações sobre doação ou ligue para (31) 3298-6008 / (31) 3237-5678.

 

Profissionais de Saúde - Ensino e pesquisa no Banco de Leite

O Banco de Leite Humano da Maternidade Odete Valadares é o centro de referência para Minas Gerais e tem o compromisso de prestar assessoria técnica e qualificar profissionais de bancos de leite e postos de coleta, ou que irão implantá-los, para o processo de trabalho.

O serviço está aberto, ainda, ao desenvolvimento de pesquisas científicas em parceria com as universidades. Para agendamento de visitas técnicas, entre em contato com o Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. .

Complexo Hospitalar de Urgência e Emergência (Porte IV)
Hospital João XXIII, em Belo Horizonte
Hospital Maria Amélia Lins, em Belo Horizonte
Hospital Infantil João Paulo II, em Belo Horizonte

Complexo Hospitalar de Especialidades (Porte IV)
Hospital Alberto Cavalcanti, em Belo Horizonte
Hospital Júlia Kubitschek, em Belo Horizonte

Complexo Hospitalar de Barbacena (Porte III)
Hospital Regional de Barbacena Dr. José Américo
Centro Hospitalar Psiquiátrico de Barbacena

Hospital Regional Antônio Dias, em Patos de Minas (Porte IV)

Hospital Regional Dr. João Penido, em Juiz de Fora (Porte III)

Maternidade Odete Valadares, em Belo Horizonte (Porte IV)

Hospital Eduardo de Menezes, em Belo Horizonte (Porte II)

Casa de Saúde Padre Damião, em Ubá (Porte I)

Casa de Saúde São Francisco de Assis, em Bambuí (Porte I)

Casa de Saúde Santa Fé, em Três Corações (Porte I)

Casa de Saúde Santa Izabel, em Betim (Porte I)

Hospital Cristiano Machado, em Sabará (Porte I)

Centro Mineiro de Toxicomania, em Belo Horizonte (Porte I)

Centro Psiquiátrico da Adolescência e Infância, em Belo Horizonte (Porte I)

Instituto Raul Soares, em Belo Horizonte (Porte II)

MG Transplantes (Porte IV)

* Os portes das Unidades Assistenciais são definidos conforme a Portaria Presidencial 2.161/2022.

As unidades assistenciais subordinam-se tecnicamente à Diretoria Assistencial e administrativamente à Presidência da Fhemig.

A estrutura e as competências das unidades assistenciais estão definidas em portaria da Presidência da Fhemig.

Os critérios para classificação do porte hospitalar das unidades assistenciais estão definidos em portaria da Presidência da Fhemig.

São consideradas unidades assistenciais de urgência e emergência o Hospital João XXIII, o Hospital Maria Amélia Lins e o Hospital Infantil João Paulo II.

São consideradas unidades assistenciais de referência o Hospital Regional Antônio Dias, o Hospital Regional Dr. João Penido, o Hospital Regional de Barbacena Dr. José Américo, a Maternidade Odete Valadares e o Hospital Eduardo de Menezes.

São consideradas unidades assistenciais de especialidades o Hospital Alberto Cavalcanti e o Hospital Júlia Kubitschek.

São consideradas unidades assistenciais de reabilitação e cuidados integrados a Casa de Saúde Padre Damião, a Casa de Saúde São Francisco de Assis, a Casa de Saúde Santa Fé, a Casa de Saúde Santa Izabel e o Hospital Cristiano Machado.

São consideradas unidades assistenciais de saúde mental o Centro Hospitalar Psiquiátrico de Barbacena, o Centro Mineiro de Toxicomania, o Centro Psiquiátrico da Adolescência e Infância e o Instituto Raul Soares.

Endereço

Fazenda da Lagoa, S/Nº
Zona Rural
Bambuí/ MG
CEP 38900-000


Direção

Vanessa Cristina Leite da Silveira
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
(37) 3431 - 6600


Horário de funcionamento

Serviços administrativos: segunda a sexta-feira, das 8h às 17 h
Atendimento ambulatorial: segunda a sexta-feira, das 7h às 17 h
Atendimento hospitalar: internações eletivas reguladas via SUSFácil


Perfil assistencial

Assistência hospitalar e ambulatorial
Especialidades: Ortopedia, Ginecologia, Cirurgia Geral e Clínica Médica.

Serviços
• Internação em Unidade de Cuidados Prolongados (UCP)
• Internação em Clínica Médica
• Cirurgias gerais, ortopédicas e ginecológicas (suspensas temporariamente)
• Assistência ambulatorial à linha de cuidado ao idoso - residências e lares inclusivos
• Ambulatório de reabilitação - atendimento multidisciplinar em reabilitação física
• Ambulatório de especialidades - Clínica Médica, Ginecologia, Cirurgia Geral e Ortopedia
• Ambulatório de lesões
• Exames de apoio - ultrassom, raios X e eletrocardiograma
• Sapataria ortopédica

Atendimento hospitalar
- 3 leitos de Clínica Médica
- 15 leitos de Clínica Cirúrgica (bloqueados temporariamente)
- 50 leitos de cuidados prolongados (Unidade de Cuidados Prolongados - UCP) para retaguarda da rede de urgência e emergência da macrorregião Oeste, especializados em reabilitação multiprofissional, integral e intensiva dos usuários

Atendimento Asilar
- 115 usuários da linha de cuidado das pessoas atingidas pela hanseníase
- 30 usuários em leitos asilares com cuidado integral multiprofissional
- 85 usuários em atendimento domiciliar


Histórico

O Sanatório São Francisco de Assis, localizado em Bambuí, foi fundado em 23 de março de 1943 para atender e isolar pacientes portadores da hanseníase que viviam nas regiões Oeste e Sudoeste de Minas Gerais, e Sul de Goiás, de forma complementar às ações em saúde da "Colônia Santa Izabel", localizada em Betim.

Em 2007, o Sanatório São Francisco de Assis passou a se chamar Casa de Saúde São Francisco de Assis (CSSFA). A partir da redefinição de seu papel assistencial no Sistema Único de Saúde (SUS), a unidade se tornou um hospital de referência regional em reabilitação e atenção ao idoso, com atendimento de qualidade, no âmbito das transformações experimentadas pelas antigas colônias.

Atualmente, a CSSFA atende, trata e abriga 124 ex-pacientes portadores da hanseníase. Seu hospital dispõe de internações em Clínica Médica, Cuidados Prolongados e Clínica Cirúrgica, e presta serviços ambulatoriais de acordo com o contrato com o município de Bambuí.

Endereço
Rua Olavo Bilac, 113
Bairro Citrolândia
Betim/MG
CEP 32641-302

Horário de funcionamento
Segunda a sexta-feira, das 7h às 17h 

Linhas de ônibus
BH/Citrolândia: 3850
Estação Eldorado/Citrolândia: 3855
Betim/Citrolândia: 910A e 910B – Van: 90

Telefones
(31) 3529-3331 ou (31) 3529-3305


Direção

Eliane Daniele Teixeira Magalhães
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.


Perfil assistencial

A Casa de Saúde Santa Izabel (CSSI) é referência regional em reabilitação, cuidados prolongados e atenção aos pacientes crônicos e idosos. Entre as especialidades atendidas estão: dermatologia, oftalmologia, cardiologia, ortopedia e hansenologia.

A CSSI oferece, ainda, os serviços de cuidados de feridas, além de pronto atendimento de urgência e internações para intercorrências clínicas.

Serviços ​​​​​​
Unidade de Cuidados Continuados - UCC
Ambulatório de Especialidades
Linha de Cuidado ao Idoso

Serviço de Urgência e Emergência - Hospital Dr. Orestes Diniz
Telefone: (31) 3529-3331
Atendimento 24 horas


Histórico

A Casa de Saúde Santa Izabel está localizada em Betim e faz parte do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Médio Paraopeba, composto pelos municípios de Betim, Bonfim, Brumadinho, Crucilândia, Esmeraldas, Florestal, Igarapé, Juatuba, Mateus Leme, Mário Campos, Piedade dos Gerais, Rio Manso, São Joaquim de Bicas e Sarzedo.

Foi fundada em 22 de setembro de 1921, como "Colônia Santa Izabel", quando o governo desapropriou, a título de utilidade pública, os terrenos, os mananciais e as benfeitorias da Fazenda do Motta, no município de Santa Quitéria, a 40 Km de Belo Horizonte. No dia 12 de outubro de 1931, teve sua pedra fundamental lançada e, em 23 de dezembro do mesmo ano, com a chegada dos primeiros internos, foi inaugurada. Considerada modelo de “leprosário”, era composta por grandes pavilhões, divididos por sexo e faixa etária.

Os pavilhões eram coordenados por freiras, e a saída dos pacientes, e entrada de visitantes somente ocorria com a autorização da administração, denominada, na época, "Intendência".

Em 1937, a "colônia" chegou a abrigar 3.886 pacientes. Apenas em 1965, os internos obtiveram permissão para deixar a instituição, mas a maioria permaneceu, pois acreditavam que não seriam aceitos fora dos limites da "colônia".

Apesar do contexto opressor, a "Colônia Santa Izabel" apresentava uma significativa vida cultural devido à presença do "Cine Teatro Glória", salão de jogos e do clube recreativo. Era comum os internos frequentarem sessões de cinema, promoverem festivais de teatro e participarem de bailes aos sábados e domingos, além de sessões de bingo e jogos diversos. Os bailes, inclusive, eram conduzidos por um grupo de Jazz formado pelos moradores. O futebol também fazia parte da realidade dos internos e havia vários clubes formados.

As ações destinadas à prevenção de incapacidades em hanseníase tiveram início em 22 de agosto de 1988, com o atendimento de fisioterapeuta e terapeuta ocupacional em consultório ambulatorial. Em 1992, houve a ampliação do quadro de funcionários, o que permitiu a expansão do serviço de reabilitação.

 

Endereço

Avenida Nossa Senhora do Monte Calvário, 577
Bairro Santa Fé
Três Corações/MG
CEP 37410-000

Horário de funcionamento
Segunda a sexta-feira, das 7h às 16h (Ambulatórios e Centro de Reabilitação Física)

Linhas de ônibus
Linha 11 – Colônia Santa Fé

Telefone (geral)
(35) 3239-1300

Direção
Roberto Rodrigues Corrêa
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Perfil assistencial

  • Ambulatório de Especialidades Médicas e Odontologia - atendimento em 11 clínicas, inclusive Hanseníase. São elas: Angiologia, Cardiologia, Cirurgia, Dermatologia, Ginecologia, Oftalmologia, Otorrinolaringologia, Ortopedia, Pediatria, Psiquiatria e Odontologia.
    Agendamento realizado por telefone: (35) 3239-1324 ou (35) 3239-1342.

  • Centro de Reabilitação Física – CRF - nível Intermediário (Centro Especializado em Reabilitação nível II – CER II) - referência em reabilitação física, conta com uma equipe multidisciplinar para a prestação de serviços especializados na avaliação e tratamento de pessoas com deficiência física e auditiva.
    Os pacientes devem comparecer ao Centro de Reabilitação Física com o pedido de indicação do tratamento; CPF, RG, cartão do SUS e comprovante de residência.
  • Serviço de Apoio de Diagnósticos - comparecer à recepção dos setores (Laboratório, Raio-X, sala de Eletrocardiograma) com o pedido médico para a realização do exame; CPF, RG, cartão do SUS e comprovante de residência.
  • Unidade Hospitalar – 20 leitos de Clínica Médica.
  • A CSSFé não tem Pronto atendimento.

 

Histórico

A Casa de Saúde Santa Fé, inaugurada em 1942, em Três Corações, no Sul de Minas Gerais, fica a 8 km do centro da cidade e a 290 km de Belo Horizonte. Inicialmente, teve como finalidade abrigar e cuidar de pessoas acometidas pela hanseníase.

Com o avanço tecnológico e os estudos acerca da hanseníase, foram abertas novas perspectivas aos "hospitais colônia", uma vez que o tratamento passou a ser ambulatorial. Desde então, várias reformas foram sendo sistematizadas visando à criação de serviços abertos à população do município e da região.

Com a inauguração do Centro de Reabilitação Física (CRF) da Casa de Saúde Santa Fé, em 9 de março de 2006, cerca de 750 mil pessoas, de 50 municípios referenciados que fazem parte da Macrorregião Sul, tiveram acesso ao atendimento especializado. A obra possui 1.289 m2 e é resultado de investimentos do Estado.

Endereço

Rodovia Ubá/Juiz de Fora, KM 06
Bairro Padre Damião
Ubá/ MG
CEP 36508-970

Horário de funcionamento

24 horas

Linhas de ônibus

Povoado de São Domingos

Telefone

(32) 3533-8805

 

Direção

Adelton Andrade Barbosa
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Telefone: (32) 3533-8847

 

Perfil Assistencial

  1. Atendimento ambulatorial, via regulação central SUSFácil/MG.
  2. Especialidades: Dermatologia com ênfase em hanseníase e leishmaniose, Pediatria, Ginecologia, Clínica Médica, Ortopedia e Otorrinolaringologia.
  3. Serviços: exames laboratoriais, diagnóstico e imagens (raios X, ultrassonografia e eletrocardiograma), Fisioterapia, Psicologia, Fonoaudiologia, Nutrição e linha de cuidado ao idoso.
  1. Ambulatório de reabilitação: atendimento multidisciplinar em reabilitação física.
  2. Atendimento hospitalar: 20 leitos de Clínica Médica.
  3. Atendimento domiciliar e linha de cuidado ao idoso e aos pacientes acometidos pela hanseníase residentes nos lares inclusivos e residências.

 

Histórico

A Casa de Saúde Padre Damião (CSPD) - localizada na Rodovia Ubá/Juiz de Fora, km 06, no município de Ubá, a 300 km de Belo Horizonte - foi criada em 1945, com a denominação de "Leprosário Padre Damião", em homenagem ao belga Jozef Damien De Veuster, nome de batismo do Padre Damião. A CSPD era vinculada à Fundação Estadual de Assistência Leprocomanial (Feal) e foi integrada à Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) em 1977, ano de sua criação.

A CSPD tinha a missão de prestar assistência às pessoas portadoras da hanseníase, em regime de segregação social, de acordo com as diretrizes da época.

Hoje, a CSPD é um centro de referência em atendimento à hanseníase e presta serviços de saúde aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) da microrregião de Ubá, por meio da regionalização da unidade, com qualidade, humanização e resolutividade, garantindo a reabilitação em nível de complexidade secundária. Além disso, é uma unidade regionalizada de referência em Fisioterapia e Reabilitação, com prevenção de incapacidades, e assistência em Geriatria a pacientes fora de possibilidades terapêuticas.

Endereço

Rua dos Otoni, 772
Bairro Santa Efigênia
Belo Horizonte/MG
CEP 30.150-270


Horário de funcionamento

24 horas
Ambulatório e bloco cirúrgico: de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h
Enfermaria: 24 horas
Serviços administrativos: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h

Linhas de ônibus

9503/SC02 A / SC04 A / 2208 B / 2216 / 5502 A / 9101


Telefone
(31) 3239-9812


Direção

Fabrício Giarola Oliveira
Diretor do Complexo de Urgência
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Telefone: (31) 3239-9228

 

Perfil assistencial

• Atendimento eletivo em trauma ortopédico de média e alta complexidade em todas as subespecialidades ortopédicas
• Atendimento eletivo em trauma bucomaxilofacial
• Atendimento programado em cirurgia plástica

Os atendimentos cirúrgicos e ambulatoriais são referenciados após o atendimento no Hospital João XXIII (HJXXIII). O primeiro atendimento ortopédico é realizado no HJXXIII e, caso necessário, o paciente é referenciado ao Hospital Maria Amélia Lins (HMAL).

Especialidades 

• Ortopedia e Traumatologia Geral
• Subespecialidades em Cirurgia de Mão, Pé e Tornozelo, Joelho, Quadril, Ombro e Cotovelo, Reconstrução Óssea
• Ortopedia Pediátrica
• Cirurgia Plástica relacionada ao Trauma Ortopédico
• Cirurgia Bucomaxilofacial

Serviços de apoio

• Fisioterapia
• Psicologia
• Terapia Ocupacional
• Terapia de mão
• Serviço Social
• Risco cirúrgico
• Radiologia
• Serviços administrativos

Histórico

O Hospital Maria Amélia Lins (HMAL), localizado no bairro Santa Efigênia, em Belo Horizonte, foi inaugurado em 1947.

Ao iniciar suas atividades, o HMAL tinha a missão de atuar como pronto-socorro e instituto médico legal de Belo Horizonte. Com a construção do hospital de pronto-socorro (HPS), em 1973, a unidade, que pertencia à Fundação Estadual de Assistência Médica de Urgência (Feamur), mudou seu foco de atendimento e se transformou numa policlínica. Logo em seguida, se tornou hospital geral e foi integrado à Fhemig.

Em 1989, o HMAL deu início ao processo de construção de sua identidade, no mesmo ano que o Hospital João XXIII transferiu seus serviços eletivos de cirurgia bucomaxilofacial, de cirurgia e fisioterapia de traumas dos membros superiores para a unidade. Cinco anos após, recebeu os serviços de ortopedia e de traumatologia programada do Hospital João XXIII.

Atualmente, o hospital conta com especialistas nas áreas de cirurgia da mão, coluna, pé e tornozelo, joelho, quadril, ombro e cotovelo, e reconstrução óssea. Realiza cirurgias videoartroscópicas, de fixadores externos e próteses. A unidade investe, ainda, nas áreas de ensino e pesquisa. Em 1997, foi criada a Residência Médica em Ortopedia, credenciada pelo Ministério da Educação e Cultura e pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, e, recentemente, foi credenciada a Residência em Cirurgia da Mão.

Endereço

Avenida Professor Alfredo Balena, 400
Santa Efigênia
Belo Horizonte/ MG
CEP 30130-100


Horário de funcionamento

Pronto Atendimento 24h
Retornos com agendamento em ambulatório de segunda a sexta-feira, das 7 às 17 horas
Serviços administrativos: segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas


Linhas de ônibus

3050, 9403, 3301 A, 9206, 9503, 3052, 62

Telefone

(31) 3239-9200

Direção
Fabrício Giarola Oliveira
Diretor do Complexo de Urgência
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Telefone (31) 3239-9228


Perfil assistencial

• Atendimento a pacientes politraumatizados
• Atendimento médico de urgência para traumas ortopédicos a vítimas de acidentes em estado grave
• Atendimento em urgência de clínica médica
• Cirurgia de urgência a pacientes com risco de morte
•Tratamento médico a adultos que necessitam de cuidados intensivos e intermediários
• Atendimento médico-hospitalar a feridos em grandes catástrofes
• Atendimento a vítimas de grandes queimaduras
• Atendimento de urgência a vítimas de ataques de animais
• Atendimento médico em casos de envenenamento ou intoxicação grave
• Informação e tratamento em casos de intoxicação química e picadas de escorpião e outros animais peçonhentos.


Especialidades

• Cirurgia geral e do trauma
• Clínica médica
• Pediatria
• Neurologia
• Neurocirurgia
• Ortopedia
• Cirurgia plástica reparadora
• Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial
• Otorrinolaringologia
• Medicina intensiva
• Anestesiologia
• Cirurgia vascular
• Oftalmologia
• Toxicologia

Serviços de apoio

• Endoscopia
• Laboratório
• Agência transfusional
• Banco de olhos
• Fonoaudiologia
• Nutrição
• Fisioterapia
• Psicologia
• Serviço Social
• Imagenologia
• Pedagogia
• Terapia Ocupacional
• Serviços administrativos

Plano de Atendimento a múltiplas vítimas

Histórico

O Hospital de Pronto-Socorro João XXIII (HJXXIII), localizado no bairro Santa Efigênia, em Belo Horizonte, foi fundado em 1973. A unidade foi criada para atender à grande demanda da capital. O Hospital Maria Amélia Lins, até então única unidade de atendimento em emergência, já não conseguia absorver a grande demanda de pacientes vindos da capital e Região Metropolitana. Antes de integrar a Fhemig, em 1977, o HJXXIII pertencia à Fundação Estadual de Assistência Médica de Urgência (Feamur). O Pronto-Socorro atua como centro de referência e excelência no atendimento a pacientes vítimas de politraumatismos, grandes queimaduras, intoxicações e situações clínicas e/ou cirúrgicas com risco de morte.

 

Unidade de Toxicologia

pdf

Tabela de antídotos - CIAToxMG HJXXIII

CIAToxMG - Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Minas Gerais. Tabela de antídotos Elaboração: Flávyus Luciano Cardoso, Hugo Mourão Oliveira e Adebal de Andrade Filho. Junho, 2019.
Tamanho: 1.21 mb
Data do da criação: 01-07-2019
Data de modificação: 13-11-2019