08/10/2026
Opera Mais Fhemig ultrapassa 900 cirurgias realizadas com mutirão em setembro
Números demonstram sucesso da iniciativa, que busca reduzir as filas de espera por cirurgias eletivas em Minas Gerais
O programa “Opera Mais Fhemig, Aqui em Minas a Fila Anda!”, da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais, alcançou a marca de 937 cirurgias realizadas desde fevereiro deste ano. Somente no mutirão de setembro, foram 116 procedimentos em cinco unidades da Rede, reforçando a mobilização das equipes para ampliar o acesso da população a cirurgias eletivas e contribuir, assim, para a redução da fila de espera.
A ação do último mês contemplou 25 cirurgias no Hospital Eduardo de Menezes (HEM), 44 no Complexo Hospitalar de Especialidades (CHE), que reúne os hospitais Júlia Kubitschek e Alberto Cavalcanti, 24 no Complexo Hospitalar de Barbacena (CHB), 14 no Hospital Regional João Penido (HRJP) e nove no Hospital Regional Antônio Dias (HRAD). Entre os procedimentos, estão cirurgias ortopédicas, vasculares e plásticas, além de pequenas intervenções.
Trabalho em equipe
O ortopedista Pedro Henrique Cunha, que atua no CHB, destacou a importância do trabalho integrado para o alcance dos resultados positivos.
“Um mutirão como esse exige planejamento, organização e, principalmente, integração entre as equipes. Cada profissional tem um papel fundamental para que o paciente tenha uma assistência segura e de qualidade, desde a preparação para a cirurgia até a recuperação”, afirmou.
Para o médico, o impacto da iniciativa vai além da realização do procedimento: entre os pacientes submetidos a artroplastia de joelho, por exemplo, a cirurgia pode representar a retomada de atividades cotidianas comprometidas pela dor e pela dificuldade de movimentação. “Não estamos falando apenas de realizar um procedimento cirúrgico, mas de devolver funcionalidade, autonomia e qualidade de vida a estas pessoas”, ressaltou o ortopedista.
Ainda segundo o profissional, a experiência também contribui para o aprimoramento da rotina hospitalar. “Os aprendizados podem ser incorporados ao dia a dia das unidades, contribuindo para uma assistência cada vez mais eficiente e segura”, finalizou.
Por Anni Sieglitz
Foto: Equipe do Bloco Cirúrgico HRAD

